Os amantes do céu já podem preparar os binóculos. E quem não fez seu pedido de virada de ano terá uma nova chance. O mês de janeiro promete ser rico em fenômenos astronômicos. A temporada será aberta com uma chuva de meteoros, programada para amanhã. A previsão dos cientistas é de que entre 40 e 95 estrelas cadentes risquem o firmamento na Constelação do Boieiro (Bootes).
O evento astronômico acontecerá durante a madrugada em três datas neste mês - a primeira será na madrugada de amanhã - em horário não definido, e durará uma hora. Esse e outros fenômenos fazem parte de um levantamento feito pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco (IFPE), baseado em informações do Observatório Nacional (ON).
No jargão científico, a chuva de meteoros de janeiro recebe o nome de quadrantídeos e acontece quando o planeta passa por uma nuvem de detritos. A cada mês, ela ganha um nome diferente e pode ser observada dez vezes ao ano. O evento pode ser visto quando restos de cometas e material desprendido durante a formação dos planetas entram na atmosfera terrestre. Em contato com a alta temperatura, as pedras, cujas extensões variam de centímetros ao tamanho de um automóvel, entram em chamas e viram poeira cósmica, atingindo cerca de 2 mil graus Celsius.
As estrelas cadentes poderão ser vistas a olho nu. Quem preferir poderá recorrer a equipamentos que aumentam o grau de detalhamento do fenômeno. Um binóculo simples é capaz de aumentar em dez vezes o tamanho da imagem. Outra opção é utilizar uma máquina fotográfica digital para fazer imagens e capturar o rastro. “Esse é um mês rico em eventos astronômicos. Vale a pena conferir. Os fenômenos devem ser conhecidos”, disse o professor de astronomia do IFPE, Guilherme Pereira.
O espetáculo deverá ter visibilidade privilegiada no Recife, pela proximidade com a Linha do Equador. Nas cidades do interior do estado, onde a iluminação artifical não é tão intensa como na capital, a visualização deverá ser ainda melhor. Os astrônomos não conseguem prever o horário preciso da chuva. A lista de eventos celestiais ainda inclui fenômenos solares, lunares e planetários.
Em janeiro, Mercúrio fica visível pouco antes do nascer do sol. Já Vênus pode ser observado do início da noite até as 20h. Os dois são brancos. “As estrelas cintilam e os planetas têm luz fixa. Isso ajuda na diferenciação”, disse o especialista em astronomia Guilherme Pereira. Já os planetas Saturno e Urano podem ser vistos durante a madrugada. Júpiter fica bem visível após o pôr do sol. Hoje, o dia clareou às 4h44. A faixa de horário será a mesma nos próximos três bilhões de anos. Depois disso, os raios solares começarão a perder a intensidade. Hoje, 95% corpos celestes do Sistema Solar são conhecidos. De duas a quatro toneladas de meteoros caem na Terra por dia.
O evento astronômico acontecerá durante a madrugada em três datas neste mês - a primeira será na madrugada de amanhã - em horário não definido, e durará uma hora. Esse e outros fenômenos fazem parte de um levantamento feito pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco (IFPE), baseado em informações do Observatório Nacional (ON).
No jargão científico, a chuva de meteoros de janeiro recebe o nome de quadrantídeos e acontece quando o planeta passa por uma nuvem de detritos. A cada mês, ela ganha um nome diferente e pode ser observada dez vezes ao ano. O evento pode ser visto quando restos de cometas e material desprendido durante a formação dos planetas entram na atmosfera terrestre. Em contato com a alta temperatura, as pedras, cujas extensões variam de centímetros ao tamanho de um automóvel, entram em chamas e viram poeira cósmica, atingindo cerca de 2 mil graus Celsius.
As estrelas cadentes poderão ser vistas a olho nu. Quem preferir poderá recorrer a equipamentos que aumentam o grau de detalhamento do fenômeno. Um binóculo simples é capaz de aumentar em dez vezes o tamanho da imagem. Outra opção é utilizar uma máquina fotográfica digital para fazer imagens e capturar o rastro. “Esse é um mês rico em eventos astronômicos. Vale a pena conferir. Os fenômenos devem ser conhecidos”, disse o professor de astronomia do IFPE, Guilherme Pereira.
O espetáculo deverá ter visibilidade privilegiada no Recife, pela proximidade com a Linha do Equador. Nas cidades do interior do estado, onde a iluminação artifical não é tão intensa como na capital, a visualização deverá ser ainda melhor. Os astrônomos não conseguem prever o horário preciso da chuva. A lista de eventos celestiais ainda inclui fenômenos solares, lunares e planetários.
Em janeiro, Mercúrio fica visível pouco antes do nascer do sol. Já Vênus pode ser observado do início da noite até as 20h. Os dois são brancos. “As estrelas cintilam e os planetas têm luz fixa. Isso ajuda na diferenciação”, disse o especialista em astronomia Guilherme Pereira. Já os planetas Saturno e Urano podem ser vistos durante a madrugada. Júpiter fica bem visível após o pôr do sol. Hoje, o dia clareou às 4h44. A faixa de horário será a mesma nos próximos três bilhões de anos. Depois disso, os raios solares começarão a perder a intensidade. Hoje, 95% corpos celestes do Sistema Solar são conhecidos. De duas a quatro toneladas de meteoros caem na Terra por dia.
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